terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ilhabela – Prefeitura ultrapassa mil castrações pelo Programa de Respeito Animal

Parabéns à prefeitura de Ilhabela que está realizando um excelente trabalho castrando e microchipando cães e gatos no municipio. Excelente exemplo para outras cidades. A castração e a microchipagem, junto com a orientação educacional são a única forma de se diminuir o abandono, a procriação desenfreada e os maus tratos.

Litoral Norte – A Prefeitura de Ilhabela encerrou as atividades do Programa Municipal de Respeito Animal este ano com 1.147 cães e gatos castrados e 454 microchipados. A meta mínima para o próximo ano é castrar 1,5 mil animais. Todos os procedimentos. são realizados no Centro de Controle Populacional, situado na Barra
Velha. A medida visa controlar a população animal na cidade, solucionando um problema antigo e muito reivindicado pela população.

Segundo o Instituto Pasteur de São Paulo, atualmente Ilhabela tem 9.069 animais. Deste número 7.397 são cães e 1672 gatos. As cirurgias e as microchipagens são realizadas com recursos da Taxa de Preservação Ambiental (com aprovação do Conselho Municipal de Meio Ambiente); Secretaria da Saúde (aprovação Conselho Municipal Saúde); e Secretaria de Turismo (aprovação Conselho Municipal de Turismo). O total investido de janeiro até agora foi de R$ 68,3 mil.

O Programa desenvolvido pela Secretaria da Saúde conta com quatro vertentes, uma delas é o projeto Vira Amigo, que Posse Responsável em que os agentes comunitários de saúde orientam sobre como cuidar do animal, vacinar e castrar, além da identificação eletrônica permanente, efetuada por meio de microchip. A
informação também chega às escolas municipais, já que o projeto conta com a parceria da Secretaria de Educação. Outra iniciativa é o projeto
“Grandes Animais”, que já retirou das ruas 28 cavalos e quatro bois. O
Programa também conta com os projetos “Animais da Mata” (animais
silvestres) e “Animais do Mar” (animais marinhos).

Em 2011 a proposta é castrar e identificar 100% de cães e gatos nas comunidades tradicionais caiçara, o que equivale a cerca de 200 cirurgias e microchipar pelo menos 80% dos animais durante a campanha
de vacinação antirábica. O investimento previsto é de R$ 140.800,00 com castração e R$ 51.770,00 com os microchips.

Adoções
Só em 2010 foram registradas 117 adoções nas feiras “Adote um Amigo”, realizada pela Secretaria da Saúde. Essa também é uma maneira de encontrar novos lares para os animais e
conscientizar as pessoas para que não abandonem os filhotes nas ruas.
Dessa forma a Prefeitura também cumpre seu papel social, prezando pelo
bem estar e saúde da população.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Estudo diz que mulheres tratam seus PETS melhor que os homens...

Estudo norte-americano revelou que os homens têm maior probabilidade de cometer crueldade contra animais.

O Brasil já é considerado um dos dez países com maior população de animais de estimação do mundo. Diante da estatística fica claro o quanto gostamos de pets, o que poucos sabem, no entanto, é que a maneira que os bichinhos são tratados depende do gênero de seus donos. Segundo informações do jornal Daily Mail, um estudo revelou que as mulheres tendem a cuidar de cães e gatos melhor que os homens.

A pesquisa foi elaborada pelo psiquiatra Hal Herzog, que declarou à publicação que os motivos de tal constatação são culturais e científicos. Ele, que é especialista na interação entre animais e humanos disse que as mulheres tendem a associar os filhotes aos seus futuros filhos, despertando assim seu instinto materno.

As pessoas do sexo feminino também tendem a cuidar melhor de seus pets, reconhecendo com mais facilidade suas necessidades, como idas ao veterinário, por exemplo. Já os homens têm mais probabilidade de cometer crueldade contra os animais, revelou o estudo.

Segundo o dr. Herzog, os testes químicos realizados com os homens revelou que quanto maior o teor de testosterona no organismo maior a tendência de cometer abusos com animais.

Curiosamente, o hormônio ocitocina tem efeito oposto para ambos os sexos. Ele é responsável pela sensação de prazer quando a mãe tem o seu bebê e também quando o pai segura o seu filho nos braços. Segundo o estudo, ter um bichinho desperta a mesma ação do componente.

Segundo o psiquiatra, estudos recentes revelam que as mulheres são geneticamente mais susceptíveis a se comover com animais “bonitinhos”. O cérebro femino recebe a imagem de criaturas com uma carinha delicada e olhos grandes de forma diferente que os homens.

Essas e outras revelações sobre o relacionamento entre os seres humanos e os animais podem ser conferidas no novo livro do dr. Herzog: Some We Love, Some We Hate, Some We Eat, ainda sem previsão para lançamento no Brasil.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Chinesa vende casa, carro e jóias para cuidar de 1500 cães e 200 gatos abandonados.


Uma chinesa desistiu da sua carreira profissional, vendeu a casa, o carro e as jóias para dedicar todo o seu tempo aos 1500 cães vadios que adoptou.
De acordo com o Orange News, Ha Wenji utilizou todo o dinheiro de que dispunha pata construir um centro de resgate de animais em Tangquan, província de Nanjing. “No início, eu fazia isto apenas nos meus tempos livres, mas há medida que fui recolhendo cada vez mais animais abandonados, tive que me dedicar a eles a tempo inteiro”, contou. Ha Wenjin contratou 10 trabalhadores para a ajudarem a cuidar dos cães e outros dois para ajudar a tratar dos 200 gatos adoptados, que estão num segundo centro que ela construiu.
Mas o projecto desta mulher ficou ameaçado quando as autoridades locais, que não reconhecem oficialmente o trabalho que desenvolve, lhe reclamaram a devolução dos terrenos. “Tenho que encontrar um outro local que fosse deserto e não muito próximo de habitações, pois 1500 cães fazem muito barulho”, disse. “E o terreno tem que ser muito barato, para arrendar, pois os nossos únicos rendimentos resultam de donativos”. Ha terá já encontrado esse local, na cidade de Houyu, província de Pukou, mas precisa desesperadamente de dinheiro para construir o novo centro de resgate e pô-lo rapidamente a funcionar.


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Árvore de Natal "segura" para seu Pet...

A árvore enfeitada é um dos maiores símbolos natalinos, mas precisa obedecer alguns cuidados para que acidentes não ocorram com os animais.

Os animais devem ser supervisionados quando estiverem por perto da árvore.
Os bichanos adoram subir na mobília dentro de casa. Já os cães são curiosos e mordem tudo de novo que encontram. Para evitar acidentes com os animais, o dono deve pensar em maneiras de posicionar sua árvore de Natal, bem como quais enfeites vai utilizar na decoração. Confira as dicas de segurança a seguir:

1. Local correto:
Procure montar a árvore em um lugar onde ela possa ser contemplada pelos familiares, mas que ao mesmo tempo, não se torne “escalável”, principalemente, para os gatos. O objeto deve ficar em um canto próximo de uma parede para dar sustentação, e de preferência, com uma tomada por perto para evitar os fios de eletricidade muito longos.

2. Prepare a área:
Envolva os pés da árvore em um saco plástico caso ela seja artificial ou coloque o pinheiro dentro de um vaso alto e resistente. Isso para evitar que o animal morda ou arranhe a sustentação da árvore ou até mesmo a derrube.

3. Esconda os fios:
Fios elétricos são um perigo enorme para os bichos, especialmente, para os filhotes, que têm o hábito de roer as coisas. Para evitar choques o dono deve proteger os fios com fita adesiva, prendendo-os em uma altura não alcançada pelos animais

4. Decoração segura:
Não existe pisca-pisca 100% a prova de cães e gatos, mas os menores, em particular, são ainda mais perigosos. Isso porque eles podem ser arrancados e engolidos com facilidade. Quanto às bolas, prefira as de plástico, para que caso elas caiam, não quebrem. Elementos de pano, como bonequinhos de neve, são boas opções, contanto que não sejam muito pequenos. Ornamentos feitos de comida, como pirulitos também devem ser excluídos, já que são atrativos ao paladar dos pets.

5. Presentes:
Cães e gatos são curiosos por natureza e não entendem que os presentes não devem ser abertos antes. Portanto, considere guardar todos os pacotes e embrulhos em um local seguro e só colocá-los próximos da árvore poucas horas antes da ceia.

6. Limpeza:
Caso sua árvore seja natural é importante que o local seja sempre varrido. Isso porque os galhos e folhas do pinheiro causam irritação no estômago. Em excesso, a ingestão pode causar vômitos e cólicas intestinais nos pets. Outra dica importante é manter os pisca-pisca ligados apenas quando tiver alguém em casa. Incêndios são sempre imprevisíveis e os animais seriam os primeiros prejudicados com o acidente.

7. Supervisão:
O ideal seria que os pets fossem supervisionados o tempo todo, mas como isso nem sempre é possível, borrifar produtos específicos para afastar cães e gatos é indicado. Utilizar o reforço positivo toda vez que os animais ficarem longe da árvore também é uma boa atitude.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Como lidar com compulsão por lambedura

A compulsão por lambedura é o ato repetitivo de lamber as patas ou o rabo. Alguns cães ainda lambem parede, chão, objetos e partes do corpo de pessoas (mão, pé etc.). O problema pode ser físico (nutricional, hormonal, por exemplo) ou experimental (exposição ou falta de exposição a algum estímulo social e/ou ambiental). Desta forma, o cão precisa ser avaliado primeiro por um médico veterinário para realizar um diagnóstico diferencial.

No caso do problema ser comportamental, podemos observar se houve mudança na rotina (nascimento de bebê, falecimento de familiar, introdução de novo animal na casa, se ele fica sozinho por muito tempo, se está passeando menos etc.) que tenha causado mais ansiedade, medo ou estresse. Tudo isso faz com que o cão comece a ter comportamentos repetitivos, por não conseguir extravasar.

Tédio, falta de atividade física e mental também geram ansiedade e estresse. O cão, naturalmente, tem energia para caçar, brincar e correr. Se não dermos a possibilidade do cão realizar essas atividades, podemos causar estresse e ansiedade que levarão à compulsão. Alguns cães de trabalho tem tendência a compulsão: labradores e golden retrievers (que ficam com objetos na boca e buscam sem parar), border collies (pastoreiam incansavelmente). Por isso, o dono precisa possibilitar vazão dessa compulsão através de muita atividade.

Além disso, temos que observar também se os donos estão reforçando o comportamento de lambedura. O cão se lambe para limpar as patas de vez em quando. Se o dono fala, pega na pata, faz carinho, o cão aprende que o ato de se lamber chama a atenção e vai passar a realizar o comportamento quando quer carinho.

Para amenizar a compulsão por lambeduras, o dono precisa primeiro eliminar todas as fontes que podem estar reforçando o comportamento (dar bronca, falar, conversar, dar petisco ou brinquedo, na hora em que ele se lambe). Exercícios físicos como caminhada, corrida, agility, natação, buscar objetos podem contribuir para a melhora. Além disso, podemos introduzir o adestramento que é uma atividade mental. Existem também brinquedos inteligentes que podem amenizar a ansiedade e o tédio – garrafa PET com buracos e recheada com petisco, esconder petiscos pela casa para que o cão procure etc. Assim, ele vai passar horas procurando a guloseima, brincando, passeando, podendo melhorar a compulsão por lambeduras.

E lembre-se: consulte sempre um profissional para uma melhor orientação para o caso específico do seu animal.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

FURB e UNISUL financiam experimento cruel em cães com armas de fogo!!


Projeto da Unisul visa atingir cães com armas de fogo para estudar a Laparotomia e Laparoscopia.

Uma fonte anônima fez chegar até a proteção animal cópia de um projeto desenvolvido na Divisão de Experimentação da Disciplina de Técnica Cirurgica da Universidade Regional de Blumenau – FURB (Programa Unisul de Incentivo a Pesquisas – PUIP). O texto é chocante e de causar enorme indignação e revolta. Serão (ou estão sendo) utilizados 25 cães do sexo feminino, sem raça definida (tudo indica que seriam cães recolhidos nas ruas, porque cães de
biotério geralmente são da raça beagle).Vinte desses cães, segundo o texto do projeto, serão submetidos a “ferimento intra-abdnominal” por arma de ar comprimido. Depois de anestesiados, será realizado o disparo, sendo que não haverá distância entre o cano da arma e o corpo do animal.


A sociedade civil brasileira precisa saber o que as universidades estão incentivando: experimentos cruéis contra animais inocentes em nome de uma falsa ciência. Não podemos nos calar ou ficarmos indiferentes diante de tanta crueldade, de tanta frieza.


São experimentos inescrupulosos, que nos fazem sentirmos vergonha
como seres humanos. Não podemos mais admitir tais procedimentos “pelo avanço da
ciência, para salvar vidas humanas”. É muito hipocrisia. Mais do que isso: é
maldade pura.


Tais pesquisadores não são pessoas do bem. Para nós, protetores de animais, não passam de criminosos hediondos, assim como foi Hitler ao usar judeus em experimentos científicos “pelo bem da raça ariana”. Como podemos acreditar que os médicos são pessoas dotados de uma “rara sensibilidade”, se o que aprendem nas universidades é a mais pura indiferença em relação a seres inocentes, que não podem se defender sozinhos contra tamanha brutalidade?

PROTESTEM! ESCREVAM PARA OS JORNAIS! DÊ SUA OPINIÃO CONTRÁRIA

Unisul – Universidade do Sul de Santa Catarina
www.unisul.br
www.unisulhoje.unisul.br
twitter.com/unisul_hoje
(48) 3279 1085

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Saiba o que fazer ao perder um animal de estimação


A tristeza ao perder um animal de estimação é enorme. Infelizmente, em uma cidade cheia de estímulos como São Paulo, não é raro que animais escapem por medo de barulhos, curiosidade pelo movimento na rua ou um breve descuido dos tutores. Marco Ciampi, presidente da Associação Humanitária de Proteção e Bem-estar Animal – Arca Brasil, estima que na cidade existam 200 mil cães em estado de abandono ou sem um lar de referência. “O animal que está na rua geralmente não nasceu ali. Ele tinha um lar, e por algum motivo de negligência, como fuga ou abandono, foi para a rua”, diz Marco. Por isso, a Arca Brasil costuma orientar as pessoas que procuram a ONG a fornecerem um lar transitório para estes animais, até que eles encontrem seus tutores antigos, ou uma nova família.

No entanto, é difícil contar com a possibilidade de seu animal ser imediatamente acolhido. Provavelmente ele ficará na rua, sujeito a perigos e acidentes. Assim, as primeiras 24 horas após a fuga são essenciais. Como o ente perdido é um animal, provavelmente ele não tomou um ônibus, taxi ou metrô, e estará em uma distância percorrida com as próprias patas. Assim, não perca tempo chorando de desespero. A primeira medida é ligar pro Centro de Controle de Zoonoses, o CCZ, que recolhe animais abandonados, e informar a perda do animal. Reúna então uma equipe de resgate formada por amigos ou familiares e percorra toda a região onde o animal escapou, chamando pelo seu nome. Pergunte para comerciantes, vizinhos e transeuntes se eles não viram o cão ou gato. Mostrar uma foto pode ajudar.

O passo seguinte é criar cartazes. A mensagem deve ser clara e a foto boa, para que as pessoas entendam o recado apenas ao bater os olhos no papel. Use letras grandes e escreva “perdido”ou “procura-se”no topo do cartaz, seguido por uma foto, a descrição do animal e o local em que ele foi visto pela última vez. Algumas pessoas optam também por oferecer uma recompensa, enquanto outros utilizam o clássico “criança doente”. Com as cópias do cartaz em mãos, cole nos postes da vizinhança, deixe nas caixas de correio das casas e prédios e também em locais de grande movimento, como o mercado do bairro. Procurar as clínicas veterinárias e pet shops da região também é fundamental, pois uma boa alma pode ter encontrado o seu melhor amigo e levado para algum destes lugares.

Mas os cartazes não são a única saída. “Quando perdi meu pastor alemão em 2002, pensei que deveria haver um complemento ou mesmo substituto para as faixas e cartazes”, conta o administrador Fabio Motta. Embora o cão tenha sido encontrado no dia seguinte, a ideia permaneceu na cabeça de Fabio, e em pouco tempo, ele criou o site www.cachorroperdido.com.br. Lá, tutores aflitos podem publicar fotos e descrições de seus cães perdidos, e o mesmo acontece para quem encontrou um animal. Se um cão com as mesmas características for registrado como perdido e encontrado por pessoas diferentes, elas recebem um email para que verifiquem se não se trata do mesmo animal. “O site tem quase oito anos, é gratuito e sempre será. Para mim, isso é um hobby e não me dá muito trabalho pois o funcionamento do Cachorro Perdido é dinâmico, e precisa de pouca moderação”, diz Fábio, que frequentemente recebe emails de agradecimento de pessoas que encontraram seus animais com a ferramenta.

A internet já proporcionou muitos finais felizes. Um dos mais famosos ocorreu no ano passado, quando uma publicitária encontrou um cãozinho e decidiu criar o site Cara, cadê meu dono? para tentar localizar o antigo lar do animal. O texto engraçado, escrito como se fosse pelo cachorro, acabou se transformando em um sucesso de público Em pouco tempo, virou manchete em portais e os donos do animal perdido foram encontrados.

Não é preciso saber criar um site para tentar o mesmo final feliz. Correntes de e-mail, pedidos em redes sociais como o Orkut, o Facebook e o Twitter e em sites de clínicas veterinárias com a seção “achados e perdidos” podem render bons resultados.

Geneticista da Coreia do Sul recupera raça de cão quase extinta.




Cães sapsalis foram quase dizimados durante a ocupação japonesa. Pele dos animais era utilizada para fazer casacos de inverno.

Uma tradicional raça de cães da Coreia está voltando a se multiplicar depois de décadas de pressões que quase riscaram do mapa os sapsalis (também chamados de sapsals ou sapsarees). Foram décadas de ocupação japonesa, depois a guerra entre as Coreias e a pobreza extrema. Entre 1910 e 1945, os militares do Japão mataram sapsalis a fim de confeccionar casacos para os soldados que serviam na gelada Manchúria. "Sapsalis" significa "os cães que afastam espíritos do mal e infortúnios".

Em meados da década de 80, só havia oito sapsalis, segundo o geneticista Ha Ji-Hong, professor da Universidade Nacional Kyungpook, na Coreia do Sul. Mas, graças a uma combinação de técnicas tradicional de criação de animais e modelos avançados de manipulação de DNA, Ha e outros pesquisadores conseguiram assegurar a multiplicação dos sapsalis. "Restaurar a raça sapsali com apenas oito cães não foi fácil", conta Ha.

O primeiro registro conhecido de um sapsali é de um mural em uma tumba da época do Terceiro Reino (37 a.C. a 668 d.C.). Há outras duas raças nativas da Coreia: jindo e poongsan.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Reino Unido vende 'carne' de labrador, beagle, greyhound, collie...


Exclusividade de países asiáticos? Nada! Uma organização no Reino Unido oferece "carne orgânica" de cachorros das raças labrador, greyhound, dachshund, beagle, chihuahua, collie, afghan... Hambúrgueres, salsichas, bifes e pedaços de carne estão sendo vendidos em trailers pelo país.

Os "produtores" garantem que os cães são criados livremente, com amor e todo o cuidado antes do abate. A organização Animal Aid produziu material em que mostra que vários animais sofrem abusos e são abatidos violentamente, e quer, com a "carne de cachorro", provocar discussão no país europeu e colocar contra a parede donos de abatedouros.

Os defensores da campanha da Animal Aid dizem querer entender por que certos animais não gozam da compaixão humana e acabam na panela - como boi, porco e galinha - e outros viram membros da família - como cachorro e gato.

Deram a ideia. Vai que os produtores de carne gostam...

ALERGIA em cães!!


Alergia em cachorro é difícil de saber a causa e vem crescendo muito nos cães. Atualmente elas correspondem a cerca de 70% dos casos dermatológicos e, muitas vezes, o diagnóstico é trabalhoso. Não é possível diagnosticar alergia de forma confiável através de um exame laboratorial, como os veterinários fazem com tantas outras doenças dermatológicas, tais como as dermatites parasitárias (sarnas), as dermatites fúngicas (micoses), as neoplasias, as doenças autoimunes e tantas outras.

O que ocorre, na maioria das vezes é, que, muitos TUTORES saem frustrados da consulta com o especialista em dermatologia, comentando: “Mais um que não sabe o que meu cachorro tem”.

Um diagnóstico confiável é baseado na exclusão de demais dermatopatias pruriginosas – doenças que causam coceira – e, uma vez confirmado a alergia, deverá ser excluídas as diversas causas alérgicas. Isto, na maioria das vezes, gera frustração tanto ao tutor do cão quanto ao médico veterinário. Às vezes o tutor já consultou inúmeros profissionais da medicina veterinária antes de chegar a um especialista e quer uma resposta simples e objetiva que resolva o problema do seu amigo de 4 patas.

Por outro lado, os especialistas, também se frustram ao perceber o semblante desanimador do proprietário, pois o mesmo terá que passar por várias etapas antes de descobrir o tipo de alergia que se desenvolve em seu cachorro e, em certos casos, ele terá que lidar com algo incurável por toda a vida.

A primeira etapa consiste na eliminação de pulgas, ectoparasitas, piolhos e carrapatos. Uma vez feito isso, deverá ser eliminado – EM TESE – os alimentos possivelmente envolvidos na alergia do cachorro e, isto, exige muita paciência e dedicação por parte dos tutores, pois terão que oferecer alimentos caseiros ao cão por um longo período, que varia entre 60 e 90 dias, e remover todos os alimentos industrializados da sua dieta, chamada de eliminação. Esta dieta é uma etapa fundamental para se excluir alergia alimentar, e não pode ser negligenciada. Os ingredientes são escolhidos pelo profissional veterinário com base naquilo que o animal nunca tenha ingerido anteriormente. A adesão a este protocolo é fundamental para ser concluída a alergia que o ‘fiel amigo’ tem de fato.

Uma vez feito isto e não havendo melhora clínica terá a conclusão que se trata de uma dermatite atópica, também chamada de alergia a inalantes ambientais, pelo qual é incurável, exigindo um tratamento permanente no cachorro.